Quais os tipos de gestão de ativos que existem?

Toda empresa possui uma série de bens e de direitos que a ajudam a funcionar e a prosperar. Isso é o que chamamos de gestão de ativos

Para você saber mais sobre o que é um ativo e quais são os tipos de ativos que podem existir na sua empresa, continue lendo este post!

O que são ativos?

Os ativos são os bens e os direitos que uma empresa tem (frutos de transações ocorridas anteriormente) e que podem resultar em ganhos financeiros.

Em relação aos bens, podemos considerar itens tangíveis (maquinários, mercadorias, equipamentos, ferramentas e matéria-prima) e intangíveis (experiência, conhecimento e marcas). Já os direitos são os recursos que a empresa irá receber, como: salários, aluguéis, dívidas e títulos. 

Quais são os tipos de gestão de ativos?

Existem dois tipos de ativos: os circulantes e os não circulantes. 

Ativos circulantes

São os bens e direitos de curto prazo e que têm maior liquidez, isto é, eles são transformados em recursos financeiros de forma mais rápida. 

Esse é o caso, por exemplo, do dinheiro em caixa, das contas e títulos a receber, das aplicações financeiras, do estoque, das mercadorias, dos investimentos e das matérias-primas. 

Eles são divididos em 3 classificações:

  • o Ativo Circulante Operacional, que diz respeito à operação da empresa e que é fundamental para o seu funcionamento (como o estoque e as contas que são recebidas); 
  • o Ativo Circulante Cíclico, que se relaciona às atividades diárias e rotineiras da empresa (como as mercadorias e o adiantamento aos fornecedores);
  • o Ativo Circulante Líquido, que é o recurso proveniente de atividades ou de aplicações financeiras (como as aplicações, os títulos e as ações);

E também são demarcados em 3 categorias:

  • as Disponibilidades, que é o dinheiro disponível para uso e, consequentemente, tem maior liquidez (como a conta corrente); 
  • os Créditos, que são os ganhos que a empresa ainda irá receber (como os títulos e as duplicatas); 
  • e o Estoque, que diz respeito aos recursos armazenados e que poderão ser colocados à venda. 

Ativos não circulantes

São os bens e direitos de longo prazo, de menor liquidez, que se referem ao funcionamento da empresa e aos recursos que serão utilizados mais para frente. 

Eles podem ser divididos em 4 categorias:

  • o Ativo Realizável a Longo Prazo, que são os direitos e os bens que serão recebidos e realizados em um futuro distante (como as aplicações financeiras e depósitos a longo prazo);
  • os Investimentos, que proporcionam rendimentos para a organização (como os terrenos, os imóveis e as obras de arte); 
  • o Ativo Imobilizado, que são os direitos e os bens materiais, permanentes e responsáveis pela continuidade das atividades da empresa (como as máquinas e os equipamentos);
  • e o Ativo Intangível, que não são ativos físicos, mas que agregam e que possibilitam ganhos monetários (como softwares, patentes, licenças e direitos autorais). 

O que é a gestão de ativos?

É a soma das atividades focadas em extrair o valor dos ativos circulantes e não circulantes de uma empresa. Essa gestão precisa acontecer desde a aquisição desses bens e direitos até o momento do seu descarte.

Ao longo da vida útil desses ativos dentro da empresa, é necessário levar em consideração todas as suas informações, como valores e características, que precisam estar de acordo com os dados já registrados e assegurar a entrada, a saída e as reposições desses ativos.

Quais são os benefícios da gestão de ativos?

A gestão de ativos auxilia as empresas a conservar o valor do seu patrimônio em diferentes aspectos: financeiro, manutenção, controle de estoque, redução de custos, aumento da produtividade, entre outras particularidades.

Dessa forma, a empresa consegue organizar os seus procedimentos e normas, gerenciando como cada ativo pode trazer retorno financeiro para aquele negócio. 

Conclusão

Ao longo deste texto, apresentamos os tipos de ativos que podem existir em sua empresa e como a gestão de ativos pode ajudar a qualificar o desempenho do seu negócio. 

Porém, em algum momento, a sua empresa precisará desmobilizar um determinado ativo que não agregará mais valor para ela ou que não fará mais sentido dentro do contexto em que ela estiver inserida. 

Máquinas, equipamentos, imóveis, resíduos de produção, produtos e peças de almoxarifado são alguns exemplos de bens materiais que podem não ter mais utilidade para uma empresa.

Independente das condições e estado em que se encontram, você não precisa mantê-los parados e improdutivos, pelo contrário: eles podem ter um novo destino e ajudar a sua empresa a monetizar em cima deles. 
Você pode procurar por um escritório de leilões que possa ajudar na elaboração de uma estratégia adequada, envolvendo a classificação, divulgação correta e transparência na venda a fim de dar um novo destino a seus ativos. Dessa forma, você vai aumentar as chances de maximizar o valor de seus ativos improdutivos.